Carnaval do PIB: bateria
O IBGE divulgou nesta sexta-feira pré-carnavalesca os indicadores do PIB de 2005.
No quesito “bateria”, as trajetórias do PIB e do nível de investimento mostraram como fizemos um “stop and go” de respeito:


Escrito por Marcelo Passos às 00h18
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Carnaval do PIB: evolução
No quesito “evolução”, o PIB trimestral anualizado mostrou o Brasil descendo a ladeira:

Escrito por Marcelo Passos às 00h15
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Carnaval do PIB: harmonia
No quesito “harmonia”, os PIBs agropecuário, industrial e de serviço mostraram como três séries temporais podem realmente nunca se encontrar:

Escrito por Marcelo Passos às 00h13
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O Carnaval do PIB: classificação geral
Mais para um samba-canção do que para um frevo, o Brasil não ganhou o Carnaval da América Latina. Empatamos, porém, com El Salvador e chegamos bem na frente do Haiti. Quase empatamos com o Paraguai e Equador. Foi por pouco.

Escrito por Marcelo Passos às 00h11
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"Nosso século, que tanto fala de Economia, é um esbanjador: esbanja o mais precioso, o espírito."
Autor: Friedrich Nietszche, filósofo alemão (1844-1900)
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Escrito por Marcelo Passos às 01h38
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O melhor dos blogs econômicos
Blogs econômicos e seus textos:
De Gustibus non est Disputandum: "Tropeços de John Kay".
Olhar Econômico: "Energia renovável".
Economistas do Futuro: "Davi do chocolate enfrenta a gigante Kraft"
Pura Economia: "Consenso de Copenhagen".
Escrito por Marcelo Passos às 01h30
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"A melhor forma de Estado é aquela em que os antagonismos lutam abertamente e encontram uma solução."
Autor: Karl Marx, filósofo alemão (1818-1883)
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Escrito por Marcelo Passos às 00h53
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"Quando um grande soberano governa, o povo mal sabe que ele existe. "
Autor: Lao-Tsé, filósofo chinês (551-479 A.C.)
Buscar na Web "Lao-Tsé, filósofo chinês (551-479 A.C.)"
Extraído do Livro do Tao, o mais importante da filosofia chinesa.
Categoria: Citação
Escrito por Marcelo Passos às 00h37
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A Esfinge
A frase do dia: “o quadro de estabilidade de preços precisa ser consolidado em maior escala”.
Henrique Meirelles afirmou isto ontem à tarde em audiência na Câmara nos Deputados. O mercado achou que as próximas reduções da taxa Selic serão tímidas, próximas de 0,5 ponto percentual a cada reunião do Comitê de Política Monetária.
Das duas uma: ou Meirelles despistou (posando de ortodoxo para no futuro surpreender o mercado com uma redução menos pusilânime da Selic), ou falou a verdade.
Torço para que se confirme a primeira hipótese. Mas não custa verificar a segunda, no texto abaixo.
Escrito por Marcelo Passos às 23h56
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Decifrando a Esfinge
O mês de fevereiro mostrou queda da variação positiva dos preços em praticamente todos os índices. Alguns chegaram a registrar deflação. Além disso a expectativa da taxa inflação para 2006 é de cerca de 4,5%, ou seja, deverá ficar bem próxima do centro da meta definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).
No cenário externo, o país virou credor líquido de dólares e o superávit do balanço de pagamentos supera US$ 2,5 bilhões. Não obstante, o balanço comercial já dá sinais de piora em sua estrutura e o déficit nas transações correntes pegou muita gente de surpresa. Estes efeitos da apreciação cambial começam a preocupar. O déficit nas transações correntes, de US$ 452 milhões de dólares em janeiro, foi provocado pelo aumento das remessas de lucros das multinacionais para o exterior, dado o fato de o dólar estar depreciado em relação ao real. No mais, a única fonte de preocupação na economia mundial é o nível de preços do petróleo, que não nos afeta tanto.
O volume dos gastos públicos continua elevado e sua qualidade permanece ruim. Apesar disso, o ajuste fiscal está sendo executado pela Secretaria do Tesouro Nacional.
Então, caro leitor, por que Meirelles anda tão preocupado com os preços? O uso do cachimbo lhe fez a boca torta? Excesso de zelo? Medo?
Ou será que o BC, na pessoa de Meirelles, fará como Rivelino e Mário Sérgio faziam quando olhavam para um lado e davam um passe de três dedos para o outro?
Não sei. Tentarei responder na próxima reunião do Copom.
Escrito por Marcelo Passos às 23h55
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"O príncipe, para ser prudente, não deve se incomodar que o chamem de miserável. Com o tempo o povo o verá como liberal, quando perceberem que, graças à sua parcimônia, terão o bastante para si."
Autor: Nicolau Maquiavel (1469-1527)
Buscar na Web "Nicolau Maquiavel (1469-1527)"
Quando: 1513
Da obra " O Príncipe".
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Escrito por Marcelo Passos às 23h48
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"O Brasil é um país perigosamente gasoso. Os problemas são detectados, mas ninguém sabe resolvê-los"
Autor: Arnaldo Jabor
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Escrito por Marcelo Passos às 04h02
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"É preciso ter claro que há riscos com os quais todo país em desenvolvimento tem de se confrontar por não obter um bom desempenho em seu sistema educacional. No Brasil, não sei quão sérios serão"
Autor: Gary S. Becker
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Quando: Em novembro de 1997
Em uma entrevista à revista Exame, para a repórter Nely Caixeta.
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Escrito por Marcelo Passos às 03h58
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Risco-país e juros reais
A Folha de São Paulo, a partir de dados do FMI (Fundo Monetário Internacional), divulgou um ranking dos países com os maiores e menores juros reais do mundo. O cálculo foi feito com base nos juros cobrados pelos bancos destes países, descontado da variação percentual dos seus índice de preço ao consumidor. O período considerado vai de junho de 2004 a julho de 2005.
A novidade: a Argentina é um dos países com menor juro real do mundo.
O que a torcida do Flamengo já sabe: o Brasil é o país com maior juro real do mundo.
O fato: os dois países possuem níveis de risco-país muito próximos, apesar de o diferencial de suas taxas de juros ser assustador.
As perguntas: será que há alguma correlação entre o risco-país e a taxa de juros reais? Se alguém acha que sim, como explicar os casos de países que possuem risco-país considerável e juros reais baixíssimos, como Argentina e Rússia?

Fonte: Folha de São Paulo e FMI
Escrito por Marcelo Passos às 00h27
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