O consenso e a questão
Na economia, um consenso: com a substituição de Palocci por Mantega, a política econômica não mudará na sua essência.
Na política, uma questão: com Mantega, o mercado financeiro continuará a apoiar Lula de modo irrestrito?
O fato é que fica cada vez mais difícil tratar de política macroeconômica quando a análise das questões econômicas fundamentais do país depende da economia política.
Sabe-se que Palocci, de modo direto, e Lula, de modo indireto, colheram resultados econômicos e políticos de uma gestão macroeconômica ortodoxa que beneficiou os detentores de títulos públicos.
Sabe-se também que o mercado financeiro nutria uma desconfiança em relação à candidatura Serra. Mas, antes da saída de Palocci, estava dividido entre Lula e Alckmin.
Na realidade, estava dividido entre a manutenção de uma política econômica bastante favorável aos seus interesses (conduzida por Palocci) e as perspectivas de um eventual futuro governo Alckmin. Pendia ligeiramente para o lado de Palocci e Lula.
E com Mantega? Ainda penderá para Lula ou apoiará Alckmin?
Escrito por Marcelo de Oliveira Passos às 23h59
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Apoio importante
Tanto para Lula quanto para Alckmin é importante o apoio do mercado financeiro.
Mantega deixou claro em sua primeira fala que continuará com a política econômica assentada no regime de metas de inflação, na austeridade fiscal, no câmbio flutuante e na política monetária rígida. A própria indicação de Bernard Appy como novo secretário-executivo do Ministério da Fazenda e de Carlos Kawall como secretário do Tesouro Nacional são uma mensagem amistosa para a economia financeira.
Alckmin, por seu turno, também busca consolidar o seu nome junto aos círculos financeiros. Vem mantendo contato, um tanto frequentemente, com Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central no governo FHC. Ademais, o mercado financeiro sabe que esta política econômica foi iniciada naquele governo. Até mesmo a reedição da aliança PSDB-PFL sinaliza que política econômica será mantida.
Levando em conta que o mercado financeiro constitui um grupo de pressão com grande influência nas decisões políticas do país, a gestão de Mantega não deverá ficar alheia aos seus interesses.
Portanto, Mantega deve manter uma política econômica diametralmente oposta às idéias de Celso Furtado, Caio Prado Jr., Nelson Werneck Sodré, Ignácio Rangel, Paul Singer, Maria da Conceição Tavares e outros economistas heterodoxos que admirava pelos idos de 1984, quando escreveu “A Economia Política Brasileira”.
Como economista e sociológo, Mantega certamente já leu Max Weber. Saberá, portanto, diferenciar - como Lula fez a partir da Carta ao Povo Brasileiro - a “ética da convicção” da “ética da responsabilidade”.
Afinal de contas, uma coisa é escrever sobre Economia Política e outra coisa é, como um dos seus principais agentes, fazer parte dela.
Escrito por Marcelo de Oliveira Passos às 23h58
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IV Encontro Internacional de Economia Solidária do NESOL-USP.
O evento ocorrerá nos dias 21, 22 e 23 de julho de 2006. Nos dias 22 e 23 haverá a exposição e os debates sobre trabalhos em Economia Solidária.
A organização do Encontro já está recebendo artigos para serem submetidos à avaliação do Comitê Científico.
Para submissão, o interessado deverá enviar o artigo (veja formatação em regras de submissão) para o endereço eletrônico: nesolusp@yahoo.com.br impreterivelmente até o dia 28/05/2006.
O NESOL divulgará, no endereço eletrônico indicado no trabalho, o resultado dos trabalhos pré selecionados até o dia 12/06/2006. Após a pré aprovação do trabalho, o interessado deverá realizar depósito bancário no valor de R$ 75,00
O depósito deverá ser feito na conta indicada pela organização até o dia 28/06/2006. A inscrição definitiva do trabalho somente será efetivada com o recebimento do comprovante do depósito efetuado no prazo indicado.
Áreas temáticas
Somente serão avaliados artigos (com no máximo três autores), apresentados dentro do prazo estabelecido, no formato determinado pelo NESOL (veja orientações a seguir), que tenham relevância para a Economia Solidária apresentado em uma das áreas temáticas listadas abaixo.
Cada autor poderá enviar no máximo até três artigos. A taxa de inscrição é referente a cada artigo aceito e dará direito a apenas um kit NESOL (CD-ROM com todos os trabalhos apresentados, resumo dos trabalhos, pasta, bloco de anotações, caneta). Trabalhos que não cumprirem as orientações estabelecidas (prazo ou formato) serão automaticamente desclassificados.
Áreas temáticas: 1) Educação, Política e Economia Solidária; 2) Princípios da Economia Solidária; 3) Organização do Trabalho; 4) Capitalismo Contemporâneo, Socialismo e Economia Solidária; 5) Integração da América Latina.
Escrito por Marcelo de Oliveira Passos às 12h25
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Regras de submissão
Os trabalhos devem ser submetidos no seguinte formato:
· Editor de texto: Word for Windows versão 6.0 ou superior, ou em formato RTF;
· Formato do papel: A4;
· Fonte: Arial;
· Espaçamento entre linhas: 1,5;
· Alinhamento dos parágrafos: justificado;
· Margens: Superior: 3 cm; inferior: 2 cm; esquerda: 3 cm; direita: 2 cm;
· O artigo deverá ter entre 10 a 20 páginas (incluindo o texto propriamente dito, ilustrações e referências bibliográficas) e 500 Kb de tamanho de arquivo (após compressão).
Na primeira página do trabalho deverá constar:
· 1ª linha:Título do trabalho (em negrito, tamanho 14, letras maiúsculas, posição centralizada);
· 2ª linha: Área temática (em negrito, tamanho 12, posição centralizada);
· 3ª a 5ª linha: nome(s) do(s) autor(es), instituição, email; (tamanho 10, máximo três autores, posição centralizada);
· 7ª linha: Resumo (até 100 palavras, tamanho 12, posição justificada);
· Duas linhas abaixo do resumo: Palavras-chave (de 3 até 5 palavras, tamanho 12, posição justificada).
Escrito por Marcelo de Oliveira Passos às 12h23
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Informações complementares:
Títulos das sessões: posicionados à esquerda, em negrito, tamanho 12, numerados com algarismos arábicos;
· Corpo do texto: tamanho 12;
· Todas as notas deverão ser exibidas no final do texto.
As referências bibliográficas deverão ser citadas ao longo do texto de acordo com o sistema (autor-data), e apresentadas em ordem alfabética no final do trabalho, de acordo com a norma ABNT/NBR-6023.
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Sugestão para estrutura do artigo: Introdução, Problema de Pesquisa e Objetivo, Revisão Bibliográfica, Metodologia, Análise dos Resultados, Conclusão, Bibliografia.
· Os artigos aceitos para o evento terão seus resumos publicados nos anais de resumos e seu texto completo em CD ROM.
Certificado:
Será conferido certificado de participação a todos os inscritos. Autores de trabalhos aceitos receberão certificados de autoria, desde que formalizarem suas inscrições no evento e apresentem o trabalho.
Para o esclarecimento o de dúvidas ou informação adicional, enviar mensagem para nesolusp@yahoo.com.br
Escrito por Marcelo de Oliveira Passos às 12h20
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Ranking da Forbes
Deu no UOL Economia: a Forbes Magazine divulgou o ranking das 2.000 melhores empresas do mundo.
As latino-americanas mais bem colocadas no ranking são todas brasileiras: Petrobrás (51º lugar), Banco do Brasil (176º) e Bradesco (187º do ranking).
Em relação ao ano passado, a Petrobras subiu 37 posições, o Banco do Brasil subiu 80 posições e o Bradesco não estava na lista de 2005.
Os critérios da revista Forbes se baseiam em desempenho das vendas, rentabilidade, ativos e capitalização na Bolsa.
As quatro melhores empresas do mundo são norte-americanas. Em ordem decrescente, a melhor empresa do mundo é a holding financeira Citigroup, seguido da General Electric, do Bank of America e da seguradora AIG. No quinto lugar está o banco britânico HSBC.
Escrito por Marcelo Passos às 11h53
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Ranking da Forbes: parte II
As empresas brasileiras que fazem parte das 2.000 melhores da Forbes Magazine, são:
RANKING
2006 EMPRESA
51 Petrobras 176 Banco do Brasil 187 Bradesco 305 Vale do Rio Doce 375 Itaúsa 388 Unibanco Group 504 Eletrobrás 844 Usiminas 857 CSN 876 Tele Norte Leste 1.021 Gerdau 1.067 Embraer 1.124 Cemig 1.418 Braskem 1.607 Brasil Telecom 1.623 Aracruz Celulose 1.690 CBD-Brasil Distribuição 1.743 Ipiranga 1.858 CPFL
Escrito por Marcelo Passos às 11h49
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"Não basta apenas combater a inflação e abrir a economia. Para desenvolver-se, o Brasil precisa melhorar o ensino. "
Autor: Mário Henrique Simonsen (1935-1997)
Buscar na Web "Mário Henrique Simonsen (1935-1997)"
Quando: 17/10/1990

Mário Henrique Simonsen
Categoria: Citação
Escrito por Marcelo Passos às 10h28
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O melhor da blogosfera luso-brasileira:
De Gustibus non est Disputandum: “Brasileiro é mais tolerante com a corrupção. E daí?”; “A Ética da Veja” e “Jornalistas Mentem”.
Economistas do Futuro: “Mantega diz que crescimento pode chegar a 4,5% em 2006” e “Câmbio contém avanço do lucro”.
Rabiscos Econômicos: “Education in Brazil: Part I”, “Education in Brazil: Part II” e “Education Again”.
Pura Economia: “Desempenho Econômico e Evolução”, “Economia e Neurobiologia” e
“Economia e Evolução”.
Escrito por Marcelo Passos às 10h15
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O melhor da blogosfera em língua inglesa
Best posts of Economic blogs:
Rabiscos Econômicos: “Education in Brazil: Part I”, “Education in Brazil: Part II” e “Education Again”.
Assymmetrical Information: “When Ignorance is Rational” and “Cool Economic Idea of the Week”.
Freakonomics Blog: “An Economist for President?”.
Neuroeconomics: “Neuroeconomics and Rationality”.
Econlog: “The Economics of Coming out of the Closet” and “Methodological Individualism”.
Escrito por Marcelo Passos às 10h14
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AC Investor Blog
http://www.ac-investor.blogspot.com/
Classificação: 
Blog português para investidores no mercado internacional de ações.
Categoria: Link
Escrito por Marcelo Passos às 01h34
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Fumaça branca no Ministério da Fazenda
O substituto de Palocci é Guido Mantega.
O vice-presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Demian Fiocca, substituirá Mantega na presidência do Banco.
Mantega já avisou que não promoverá, tal como foi dito anteontem pelo blog, nenhuma alteração substantiva na política econômica.
O nível atual de superávit primário (4,84%, no passado), deve ser mantido.
Infelizmente, também não deverá ser implementado nenhum mecanismo de controle cambial. Não há ambiente político para qualquer alteração relevante na política de câmbio.
Mantega terá, no mínimo, o prazo de uma gestação para ficar no ministério da Fazenda.
Na hipótese de Lula ser reeleito poderá, eventualmente, continuar no cargo.
No ano passado, com ajuda de Dilma Roussef, ministra da Casa Civil da Presidência da República, obteve a diminuição da TJLP (Taxa de Juros de Longo Prazo), vencendo a resistência do então ministro Antônio Palocci. A TJLP baliza os empréstimos do BNDES para o setor produtivo.
Tomara que mantenha o mesmo ânimo para reduzir uma outra taxa de juros ainda mais importante: a Selic.
Escrito por Marcelo Passos às 22h59
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Quem é Guido Mantega?
Guido Mantega nasceu em 7 de abril de 1949, na cidade italiana de Gênova..
Graduou-se em Economia pela Faculdade de Economia e Administração da USP (FEA-USP). È doutor em Sociologia do Desenvolvimento Econômico pela Faculdade de Filosofia, Ciências Humanas e Letras da Universidade de São Paulo (FFCHL-USP) , Fez especialização no Institute of Development Countries (IDS) da Universidade de Sussex, Inglaterra em 1977.
A partir de 1981, foi professor de Economia Brasileira nos cursos de graduação, mestrado e doutorado da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV-SP). De 1984 a 1987, foi professor de Economia no curso de mestrado e doutorado da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - PUC-SP.
De 1982 a 1992, foi diretor de Orçamento e Chefe de Gabinete da Secretaria Municipal de Planejamento de São Paulo.
É autor dos livros”Acumulação Monopolista e Crise no Brasil” (Paz e Terra, 1980) – cujo prefácio é de Fernando Henrique Cardoso, seu ex-professor e orientador - “Economia Política Brasileira” (Vozes, 1984) e “Custo Brasil - Mito ou Realidade", Vozes, 1997
É co-autor de “50 anos de Pensamento Econômico no Brasil” (Vozes, 1997), e de “Conversas com Economistas Brasileiros II” (Editora 34, 1999), com José Marcio Rego.
A partir de 1993 começou a assessorar pessoalmente o presidente Lula a respeito de temas econômicos. Em 2002, foi um dos coordenadores do Programa de Governo da candidatura Lula à presidência.
Assumiu a pasta do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, onde promoveu cortes de gastos públicos. Deixou o ministério em 18/11/2004 para assumir, com a renúncia de Carlos Lessa, a presidência do BNDES.
Com a renúncia de Antonio Palocci, no bojo de uma crise política motivada pela quebra do sigilo bancário do caseiro Francenildo Costa, assumiu o ministério da Fazenda em 27/03/06.

Guido Mantega
Escrito por Marcelo Passos às 22h52
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Mercadante pode substituir Palocci
Da Agência Folha de Campinas, em reportagem de Maurício Simionato: “Cotado para substituir Antonio Palocci no Ministério da Fazenda, o líder do governo no Senado e pré-candidato do PT ao governo do Estado de São Paulo, Aloizio Mercadante (SP), disse hoje que está "pronto para desempenhar [...] qualquer que seja a função necessária ao partido ou ao presidente Lula".
 
Aloizio Mercadante Antonio Palocci
Escrito por Marcelo Passos às 21h37
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O que muda com a eventual saída de Palocci
No blog de Josias de Souza há a notícia de que o presidente Lula estaria inclinado a, no máximo até terça-feira próxima, substituir Palocci no ministério da Fazenda. Lula estaria preocupado com a repercussão da crise política que atingiu o ministro.
A política econômica, qualquer que seja o nome do eventual futuro Ministro da Fazenda, não deverá fugir da regra de manutenção de superávits primários elevados, pedra angular da política econômica atual.
Todavia, há espaço para, a depender do nome que possivelmente vier a substituir Palocci, algumas modificações na política de juros e de câmbio.
Ainda que o virtual futuro ministro da Fazenda tenha poucos meses para tomar quaisquer decisões arrojadas. Política econômica é tanto arte quanto ciência. Quando o regente de uma orquestra é trocado, ainda que os músicos permaneçam o mesmos, pode haver diferenças marcantes na condução de uma mesma obra sinfônica.
É bem possível que o presidente escolha um nome que lhe tenha proximidade. Obviamente, deve ter também competência técnica e traquejo político.
Nesse sentido, os nomes de Guido Mantega (presidente do BNDES), Aloízio Mercadante (senador pelo PT-SP) e Paulo Bernardo (ministro do Planejamento) emergem naturalmente. Outras opções seriam Luiz Fernando Furlan (ministro do Desenvolvimento) e João Sayad (ex-secretário da Fazenda na gestão de Marta Suplicy como prefeita de São Paulo).
Escrito por Marcelo Passos às 01h20
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Prováveis nomes, possíveis políticas econômicas
Muito pouco mudaria na poltica econômica com Paulo Bernardo ou Guido Mantega, por exemplo. Com Furlan, Sayad ou Mercadante teríamos mais ousadia na política de juros e de câmbio.
Há ainda a hipótese, um tanto remota, de o presidente decidir manter a política econômica com a indicação de Murilo Portugal, braço direito de Palocci. Murilo Portugal é o atual secretário-executivo da Fazenda. Há algum tempo atrás, quando Palocci foi sondado para atuar como coordenador da campanha de reeleição de Lula, o ministro fixou a condição de que seu sucessor deveria ser alguém que não modificasse a política econômica. Ademais, Murilo Portugal seria bem recebido pelo mercado financeiro, garantiria a continuidade da política econômica e, em um eventual segundo mandato, poderia ser substituído por outro nome.
Embora o seu nome não esteja figurando entre os mais cotados, é bom lembrar que Palocci foi o homem mais ouvido por Lula desde o início do governo. Nesse sentido, não seria de todo improvável que Lula o ouvisse mais uma vez para nomear o seu sucessor.
Escrito por Marcelo Passos às 01h15
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O Legado de Palocci
Se sair, Palocci deixa o legado da consolidação da estabilidade dos preços e do aprofundamento do ajuste fiscal.
Pode-se criticar - como fiz muitas vezes neste blog - o ritmo conferido à política monetária. Há também o que criticar acerca do seu rumo.
No mais, a história econômica deve registrar que Palocci não foi mal como ministro, a despeito de não ter obtido uma taxa de crescimento médio razoável em sua gestão.
No passado histórico recente, seria difícil sustentar que Zélia Cardoso de Mello, Dílson Funaro, Maílson da Nóbrega, Gustavo Krause e Ciro Gomes, por exemplo, tenham sido melhores ministros do que Palocci.
Escrito por Marcelo Passos às 01h14
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